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Foto histórica feita no dia 4 de dezembro de 1973: os companheiros que fundaram a Aliança, tendo ao centro o Cmt. Armond

Fundadores da AEE, tendo ao centro Cmt. Edgard Armond – 04/12/73

Na noite de 4 de dezembro de 1973, dirigentes de oito Centros Espíritas de São Paulo, procuraram Edgard Armond, solicitando uma orientação para atuar de acordo com os programas definidos pelo Plano Espiritual, na década de 1950. Dele, ouviram a proposta de elaborar um programa de auxílio mútuo: equipes de expositores, dirigentes e trabalhadores compartilhariam de uma agenda comum, para fazer, juntos, o que isoladamente não teriam condições. Estava fundada a Aliança Espírita Evangélica.

Rapidamente, dezenas de outros Centros Espíritas perceberam que é proveitoso unir forças. A Aliança cresceu descobrindo novos potenciais e novas frentes de trabalho. Para conservar coerência entre esse crescimento e as propostas do Plano Espiritual, prosseguimos combatendo tendências personalistas e elaboramos frentes de trabalho com mais possibilidades à participação de todos.

Com 15 anos de vida, a Aliança se descentralizou e se regionalizou. O conceito de Regional da Aliança é muito semelhante ao que motivou a criação da Aliança: grupos que se unem para fazer, juntos, tudo aquilo que seria difícil realizar isoladamente.

A partir de 1988, com a descentralização, um novo ciclo de expansão ocorreu, novas lideranças surgiram; a Aliança passou a ser dirigida por um conselho de 15 Casas Espíritas e os Centros Espíritas passaram a ter uma vida mais ativa em nosso movimento, porque passaram a trabalhar em conjunto com as demais Casas Espíritas de suas regionais.

Desde o ano 2000, os coordenadores regionais também passaram a atuar em grupo. Constituíram as equipes de coordenação regional, com responsáveis por diversas áreas (Mocidade, Evangelização Infantil, cursos e reciclagens, divulgação, de acordo com suas necessidades). E, vimos mais um impulso de participação e criatividade em novas frentes de trabalho.

Aproximadamente na mesma época, o Conselho de Grupos Integrados (CGI) passou a atuar em apoio mais intenso às Casas da Aliança. E para fazer isso com maior efetividade, cada Casa conselheira precisou organizar uma equipe de apoio, para que o trabalho não ficasse centralizado numa única pessoa. No âmbito das reuniões do CGI, grupos de trabalho passaram a ser constituídos para estudar os assuntos relativos à condução do nosso movimento.

O momento atual é de atividade intensa. O CGI possui diversas frentes de atuação e as regionais estão fortalecendo suas equipes de trabalho. Tudo indica que os modelos de trabalho evoluem quanto mais se distanciam do individual e se focalizam na atuação em equipe. Mas isso não é uma descoberta, não é uma novidade. Desde a criação da Aliança, escolhemos como lema uma frase que reflete isso: “confraternizar para melhor servir”. O que está ficando cada vez mais claro é que o trabalho em equipe é um caminho seguro para exercitar fraternidade.

Dados históricos do surgimento da Aliança

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