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	<title>aceitação - Aliança Espírita Evangélica</title>
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	<description>Aliança Espírita Evangélica</description>
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	<title>aceitação - Aliança Espírita Evangélica</title>
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		<title>Ando devagar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filomena Lopes (Evangelização Infantil)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 17:56:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AEE]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança Espírita Evangélica]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe Mocidade Espírita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ando devagar&#8230; Calma, leve a vida com leveza! Quantas vezes já ouvimos esta sugestão? Estamos sempre tão ocupados e preocupados, que esquecemos de viver o hoje. São tantas as correrias para os pais: educar, ensinar, corrigir, acertar, levar, buscar, pagar&#8230;ufa! Parece que <br /><a href="https://alianca.org.br/site/2025/05/16/ando-devagar/" class="more-link btn btn-primary">Ler o Artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Ando devagar&#8230;</h2>
<p>Calma, leve a vida com leveza! Quantas vezes já ouvimos esta sugestão? Estamos sempre tão ocupados e preocupados, que esquecemos de viver o hoje. São tantas as correrias para os pais: educar, ensinar, corrigir, acertar, levar, buscar, pagar&#8230;ufa! Parece que os dias estão cada vez mais curtos.</p>
<p>E, quanto aos filhos, são tantas as atividades, os cursos, a escola, o esporte&#8230;quando percebem, a tarde se foi.</p>
<p>Hoje apresentamos a letra de uma música que pode ser trabalhada na Evangelização Infantil, com os jovens e também na Escola de Pais.</p>
<p>Pode-se trabalhar com as crianças e os jovens, adaptando os temas de acordo com suas idades: diversidade, aceitação, respeito a si e ao próximo, paciência, confiança, sentimentos, autoestima, entre outros.</p>
<p>Na Escola de Pais podem ser abordados o tempo, vivência familiar, paciência diante das dificuldades, amor à vida, livre arbítrio, lei de causa e efeito, ser o autor de sua própria história, cuidar de si (reforma íntima), dentre outros.</p>
<p>Leia a seguir a letra da música:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tocando em frente</strong></p>
<p style="text-align: center;">Ando devagar porque já tive pressa<br />
E levo esse sorriso porque já chorei demais<br />
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe<br />
Só levo a certeza de que muito pouco sei<br />
Eu nada sei</p>
<p style="text-align: center;">Conhecer as manhas e as manhãs<br />
O sabor das massas e das maçãs</p>
<p style="text-align: center;">É preciso amor pra poder pulsar<br />
É preciso paz pra poder sorrir<br />
É preciso a chuva para florir</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Penso que cumprir a vida seja simplesmente<br />
Compreender a marcha ir tocando em frente<br />
Como um velho boiadeiro<br />
Levando a boiada eu vou tocando os dias<br />
Pela longa estrada eu vou, estrada eu sou</p>
<p style="text-align: center;">Conhecer as manhas e as manhãs<br />
O sabor das massas e das maçãs</p>
<p style="text-align: center;">É preciso amor pra poder pulsar<br />
É preciso paz pra poder sorrir<br />
É preciso a chuva para florir</p>
<p style="text-align: center;">Todo mundo ama um dia, todo mundo chora<br />
Um dia a gente chega no outro vai embora</p>
<p style="text-align: center;">Cada um de nós compõe a sua história<br />
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz<br />
De ser feliz</p>
<p style="text-align: center;">Conhecer as manhas e as manhãs<br />
O sabor das massas e das maçãs</p>
<p style="text-align: center;">É preciso amor pra poder pulsar<br />
É preciso paz pra poder sorrir<br />
É preciso a chuva para florir</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/05/Ando-devagar.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-29129 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/05/Ando-devagar-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/05/Ando-devagar-300x200.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/05/Ando-devagar-750x500.jpg 750w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/05/Ando-devagar-768x512.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/05/Ando-devagar-391x260.jpg 391w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/05/Ando-devagar.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Ando devagar porque já tive pressa<br />
E levo esse sorriso porque já chorei demais</p>
<p style="text-align: center;">Cada um de nós compõe a sua história<br />
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz<br />
De ser feliz</p>
<p style="text-align: center;">Conhecer as manhas e as manhãs<br />
O sabor das massas e das maçãs</p>
<p style="text-align: center;">É preciso amor pra poder pulsar<br />
É preciso paz pra poder sorrir<br />
É preciso a chuva para florir</p>
<p style="text-align: center;">Cada um de nós compõe a sua história<br />
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz<br />
De ser feliz.</p>
<p style="text-align: center;">Compositores: Almir Eduardo Melke Sater / Renato Teixeira de Oliveira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No vídeo: <a href="Tocando%20em%20frente_por%20Almir%20Sater_TV%20Cultura">Tocando em frente_por Almir Sater_TV Cultura</a>, podemos ouvir Almir Sater cantando e, ao final, explicando como ele e Renato Teixeira compuseram a música. Ao concluir, ele disse:</p>
<blockquote><p>Acho que não tem talento pra fazer uma música em um minuto, dois minutos, assim, letra e música pronta. Eu acho que essa aí foi psicografada, mesmo.</p></blockquote>
<p>Ao que Inezita Barroso responde: É muito linda! – E concordamos com ela.</p>
<p>E você, amigo leitor, amiga leitora: quais as reflexões que esta música lhe traz?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Silvia Maria dos Santos Amâncio Ribeiro</p>
<p style="text-align: right;">C.E. Luz do Caminho – CELUCA</p>
<p style="text-align: right;">Regional Vale do Paraíba</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Famílias Não Convencionais: O Que Sustenta um Lar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filomena Lopes (Evangelização Infantil)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 11:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AEE]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança Espírita Evangélica]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[escola de pais]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelização e Família]]></category>
		<category><![CDATA[O Evangelho segundo o Espiritismo - cap 11 - item 8]]></category>
		<category><![CDATA[Respeito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Famílias Não Convencionais: O Que Sustenta um Lar? A imagem de família perfeita, muitas vezes associada a comerciais antigos – um casal feliz, dois filhos sorridentes, uma casa harmoniosa – ainda persiste no imaginário de muitos. No entanto, a realidade nos mostra <br /><a href="https://alianca.org.br/site/2025/04/04/familias-nao-convencionais-o-que-sustenta-um-lar/" class="more-link btn btn-primary">Ler o Artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Famílias Não Convencionais: O Que Sustenta um Lar?</strong></h2>
<p>A imagem de família perfeita, muitas vezes associada a comerciais antigos – um casal feliz, dois filhos sorridentes, uma casa harmoniosa – ainda persiste no imaginário de muitos. No entanto, a realidade nos mostra que as configurações familiares são múltiplas e diversas. Há lares sustentados apenas por uma mãe ou um pai que assumiu sozinho a criação dos filhos. Há avós que criam netos, irmãos que cuidam uns dos outros e tantas outras formas legítimas de família. Casais homoafetivos que muitas vezes adotam crianças já mais crescidas, quando muitos casais à procura de adoção desejam apenas bebês e os demais ficam à espera de uma família que os acolha. O que realmente define uma família? A aparência ou os sentimentos que nela florescem?</p>
<p>No <em>Evangelho Segundo o Espiritismo</em>, capítulo XIV, aprendemos que os laços do Espírito são mais profundos do que os da carne, pois sobrevivem ao tempo e às mudanças da vida. Assim, uma família não se mede pelo seu formato, mas sim pelo amor, respeito e solidariedade que ali habitam.</p>
<p>Muitas famílias enfrentam desafios significativos. O pai pode ter abandonado o lar, a mãe pode carregar sozinha o peso da criação dos filhos, os avós podem estar na linha de frente na educação das novas gerações. Diante dessas realidades, surge uma pergunta essencial: <strong>é a ausência de um modelo tradicional que define a qualidade de uma família ou a presença do amor e do compromisso entre seus membros?</strong></p>
<p>Jesus nos ensinou que a verdadeira família não se limita aos laços de sangue, mas se constrói na afinidade e na vivência do bem. Quando Ele disse: &#8220;<strong>Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?&#8221; (Mateus 12:48)</strong>, estava ampliando nossa visão sobre a família, mostrando que ela se baseia em valores e não apenas em uma estrutura predefinida.</p>
<p>Em <em>O Evangelho segundo o Espiritismo</em>, no cap XI, item 8, diz: <strong>“O amor resume inteiramente a doutrina de Jesus, pois é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso realizado&#8230;” </strong></p>
<p>Independentemente do formato que tenha, uma família será sempre um ambiente de crescimento se nela houver diálogo, respeito e amor. Não é a quantidade de pessoas, nem a conformidade com um padrão idealizado que define um lar, mas a disposição de seus membros em construir um espaço de acolhimento e evolução.</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_1.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-28920 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_1-300x171.jpg" alt="" width="300" height="171" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_1-300x171.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_1-875x500.jpg 875w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_1-768x439.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_1-1536x877.jpg 1536w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Antes de apontarmos o dedo para a forma como outras famílias se organizam, é essencial olharmos para nós mesmos. O que estamos oferecendo dentro do lar em que vivemos?  Em vez de criticar a estrutura familiar do outro por não se encaixar em nosso conceito de ideal, devemos nos perguntar se estamos sendo fontes de amor, solidariedade e responsabilidade na nossa própria família. Cada grupo familiar tem sua história, seus desafios e seus aprendizados, e seremos vistos pela Espiritualidade não pelo modelo de família em que estamos inseridos, mas pela qualidade dos sentimentos que cultivamos dentro dela.</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_2.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-28921 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_2-300x171.jpg" alt="" width="300" height="171" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_2-300x171.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_2-875x500.jpg 875w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_2-768x439.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_2-1536x877.jpg 1536w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/04/Familias-Nao-Convencionais-O-Que-Sustenta-um-Lar_2.jpg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Que possamos refletir sobre isso e valorizar cada configuração familiar, compreendendo que o mais importante não é a aparência externa, mas os laços que unem os corações em uma jornada comum de aprendizado e amor: Isso transforma o mundo.</p>
<p>Aprendamos uns com os outros. Observemos como, muitas vezes, deixamos de agradecer a Deus pela família que temos enquanto nos fixamos em criticar outras famílias e até mesmo nos sentimos em nível superior por achar que determinada família não representa o ideal. Lembremos sempre de Paulo (Romanos, 14:12) quando orienta: <strong>“Assim pois cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus”</strong>.</p>
<p style="text-align: right;">Adriana Cruz</p>
<p style="text-align: right;">Evangelização | Sala da Família |</p>
<p style="text-align: right;">Centro Espírita André Luiz (Taubaté)</p><p>The post <a href="https://alianca.org.br/site/2025/04/04/familias-nao-convencionais-o-que-sustenta-um-lar/">Famílias Não Convencionais: O Que Sustenta um Lar?</a> first appeared on <a href="https://alianca.org.br/site">Aliança Espírita Evangélica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Acessibilidade atitudinal</title>
		<link>https://alianca.org.br/site/2025/01/04/acessibilidade-atitudinal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=acessibilidade-atitudinal</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filomena Lopes (Evangelização Infantil)]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2025 17:40:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AEE]]></category>
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		<category><![CDATA[O Evangelho segundo o Espiritismo - cap. 10 - item 12]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acessibilidade atitudinal Para este primeiro texto do ano, na semana voltada à Escola de Pais, escrevo sobre uma questão muito importante que é como acolher a família, como manter os pais atuantes na Evangelização Infantil. De acordo com dados de 2021, obtidos <br /><a href="https://alianca.org.br/site/2025/01/04/acessibilidade-atitudinal/" class="more-link btn btn-primary">Ler o Artigo</a></p>
<p>The post <a href="https://alianca.org.br/site/2025/01/04/acessibilidade-atitudinal/">Acessibilidade atitudinal</a> first appeared on <a href="https://alianca.org.br/site">Aliança Espírita Evangélica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Acessibilidade atitudinal</h2>
<p>Para este primeiro texto do ano, na semana voltada à Escola de Pais, escrevo sobre uma questão muito importante que é como acolher a família, como manter os pais atuantes na Evangelização Infantil.</p>
<p>De acordo com dados de 2021, obtidos a partir do cadastro das casas, 52% dos centros da Aliança não possuíam Escola de Pais. A espiritualidade tem nos alertado sobre a urgência em se estruturar esta parte do trabalho, com diversas recomendações que envolvem mais estudo e renovação.</p>
<p>Em 2024 fiz o curso <em>A perspectiva inclusiva na Evangelização Espírita</em>, ofertado pela FEB. Recordo aqui um dos muitos assuntos: acessibilidades, no plural. E destaco dois trechos do rico material de estudo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Acessibilidade atitudinal – Implica a desconstrução de preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminação de pessoas por quaisquer motivos, <u>em especial</u> relacionados às deficiências.</p>
<p>Para a prevenção e o enfrentamento de atitudes preconceituosas e discriminatórias, é recomendável que os Centros Espíritas adotem programas de conscientização e sensibilização voltados aos trabalhadores e frequentadores da instituição.<sup>1</sup></p></blockquote>
<p>O grifo acima é meu, para destacar que a acessibilidade atitudinal pode ser usada não apenas quando nos relacionamos com pessoas com deficiência, e sim com todos, de modo geral.</p>
<p>Desconstruir preconceitos, estigmas, estereótipos&#8230; é fundamental para o acolhimento fraterno dos que se aproximam de nós. Para estabelecer uma conversa construtiva com pessoas é necessário considerá-las com respeito. O acolhimento será bem-sucedido se eu ficar pensando a partir de estereótipos? Por exemplo, coisas como:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28658" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/01/acessibilidade-atitudinal_1.png" alt="" width="280" height="215" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-28657" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/01/acessibilidade-atitudinal_2-300x243.png" alt="" width="300" height="243" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/01/acessibilidade-atitudinal_2-300x243.png 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/01/acessibilidade-atitudinal_2.png 315w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-28656" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/01/acessibilidade-atitudinal_3-300x223.png" alt="" width="300" height="223" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/01/acessibilidade-atitudinal_3-300x223.png 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/01/acessibilidade-atitudinal_3.png 313w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28655" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/01/acessibilidade-atitudinal_4.png" alt="" width="280" height="215" /></p>
<p>Certamente que não. É sempre bom nos lembrarmos da passagem do Evangelho a seguir:</p>
<ol start="12">
<li>
<blockquote><p><em> Então, os escribas e os fariseus lhe trouxeram uma mulher que fora surpreendida em adultério e, pondo-a de pé no meio do povo, — disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher acaba de ser surpreendida em adultério; — ora, Moisés, pela lei, ordena que se lapidem as adúlteras. Qual sobre isso a tua opinião?” — Diziam isto para o tentarem e terem de que o acusar. Jesus, porém, abaixando-se, entrou a escrever na terra com o dedo. — Como continuassem a interrogá-lo, ele se levantou e disse: “Aquele</em> dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.<em>” — Em seguida, abaixando-se de novo, continuou a escrever no chão. — Quanto aos que o interrogavam, esses, ouvindo-o falar daquele modo, se retiraram, um após outro, afastando-se primeiro os velhos. Ficou, pois, Jesus a sós com a mulher, colocada no meio da praça.<br />
</em><em>Então, levantando-se, perguntou-lhe Jesus: “Mulher, onde estão os que te acusavam? Ninguém te condenou?” — Ela respondeu: “Não, Senhor.” Disse-lhe Jesus: “Também eu não te condenarei. Vai-te e de futuro não tornes a pecar.” </em>(S. João, 8:3 a 11.)<sup>2</sup></p></blockquote>
</li>
</ol>
<p>Quando meu cérebro insiste nos preconceitos, nos estereótipos, por parecerem tão verdadeiros, eu lhe pergunto: Será? Será que estou vendo tudo? Ou só a ponta do iceberg? E se for, será que eu faria diferente? Faria melhor? Estou sem pecado e posso atirar a primeira pedra? Em outras palavras, é saudável exercitar a flexibilidade, a humildade e o “nivelamento” (não sou melhor nem pior do que o outro).</p>
<p>A atitude de confiança também é muito importante para o acolhimento. O ser humano sempre busca fazer o melhor, dentro de suas possibilidades, de sua bagagem. A aceitação do outro como ele é  faz com que se sinta bem, confiante em estar comigo, na Escola de Pais, no Centro Espírita.</p>
<p>Desta forma a Escola de Pais pode ser um espaço onde todos (dirigentes, inclusive) podem ampliar sua bagagem. De acordo com a andragogia (ciência que estuda como os adultos aprendem), os adultos são motivados por aprender coisas “úteis”, que possam ser aplicadas em sua vida cotidiana.</p>
<p>Todos estes aspectos (respeito, confiança, aceitação&#8230;) contribuem para a acessibilidade atitudinal, facilitando a entrada e permanência das pessoas na casa espírita.</p>
<p>Estas são algumas reflexões que considero importantes. São úteis para você? Espero que sim.</p>
<p>Um abraço fraterno e feliz 2025!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Maria Filomena C. Lopes</p>
<p style="text-align: right;">Equipe de apoio à Evangelização Infantil – AEE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:</p>
<p><sup>1</sup> <em>Conceituação geral de acessibilidades</em>, capítulo 3, in A perspectiva inclusiva na Evangelização Espírita – FEB.</p>
<p><sup>2</sup> KARDEC, Allan. <em>O Evangelho segundo o Espiritismo</em>, Capítulo X — Bem-aventurados os que são misericordiosos, item 12 (<a href="https://kardecpedia.com/pt/roteiro-de-estudos/887/o-evangelho-segundo-o-espiritismo/2063/capitulo-x-bem-aventurados-os-que-sao-misericordiosos">O Evangelho segundo o Espiritismo &gt; Capítulo X — Bem-aventurados os que são misericordiosos</a>)</p><p>The post <a href="https://alianca.org.br/site/2025/01/04/acessibilidade-atitudinal/">Acessibilidade atitudinal</a> first appeared on <a href="https://alianca.org.br/site">Aliança Espírita Evangélica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pego ou não pego?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filomena Lopes (Evangelização Infantil)]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Sep 2023 00:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AEE]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança Espírita Evangélica]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelizaçao Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[Deficiência visual]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Organização]]></category>
		<category><![CDATA[Regras e combinados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pego ou não pego? Olá, amiguinhos, cheguei! Vocês se lembram de mim? Para quem não sabe, sou a Rebeca, mas podem me chamar de Beca, gosto que me chamem assim. Alguém aqui usa óculos? Pois eu uso e vocês acreditam que comecei <br /><a href="https://alianca.org.br/site/2023/09/15/pego-ou-nao-pego/" class="more-link btn btn-primary">Ler o Artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Pego ou não pego?</h2>
<h4>Olá, amiguinhos, cheguei! Vocês se lembram de mim? Para quem não sabe, sou a Rebeca, mas podem me chamar de Beca, gosto que me chamem assim.</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-22836 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-2-225x300.jpg" alt="" width="159" height="212" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-2-225x300.jpg 225w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-2-374x500.jpg 374w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-2-768x1026.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-2-300x400.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-2.jpg 958w" sizes="(max-width: 159px) 100vw, 159px" /></p>
<h4></h4>
<h4>Alguém aqui usa óculos? Pois eu uso e vocês acreditam que comecei a usar por causa de uma bolinha de meia, preta?</h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Gente! Preciso contar, vim aqui só para isso, falar de novo do meu pai. Ele me ensina cada coisa que vocês nem acreditam. Ele e suas regras, aff.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Vocês sabem o que são regras? Eu não sabia, porque o meu pai fala assim:</h4>
<h4>– Beca, é isto, pronto e acabou. Às vezes ele não para para explicar, esquece que sou criança, ainda.</h4>
<h4>Mas olha só! Quando minha mãe me pede para ajudar a pesquisar receita no celular é tão fácil! Pego no celular aperto aqui, aperto ali, clico e&#8230;  Pronto! É muito rápido.  Minha mãe fala:</h4>
<h4>– Mas, Beca, você não me mostrou como se faz? Sempre digo:</h4>
<h4>– Outra hora mostro, mãe! E saio correndo para brincar no quintal.</h4>
<h4>Pensando bem, estou fazendo igualzinho ao meu pai! Puxa, não tinha pensado nisso.</h4>
<h4>Minha irmã é diferente e gosta de falar, me explica que ter regra é bom, que ajuda tudo a ficar em ordem&#8230; Igual quando minha mãe Lulu me pede para guardar as bonecas depois de brincar, tudo fica arrumadinho.</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-22837 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-1-300x182.jpg" alt="" width="300" height="182" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-1-300x182.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-1-823x500.jpg 823w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-1-768x467.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h4>Em casa, toda vez que estou brincando e tem alguma coisa no chão, meu pai fala para pegar e guardar. Às vezes fico brava, porque nem fui eu quem derrubou, mas tudo eu tenho que pegar do chão. Que chato! Quando tem alguma coisa no chão, lá vou eu pegar&#8230;</h4>
<h4>Um dia estava passando pela sala e vi uma toalha que estava no chão. Imaginei que a toalha era um bicho, um jacaré&#8230; Dei um salto e pulei. Consegui! Saí sorrindo porque o “jacaré” não me pegou.</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-22834 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-4-249x300.png" alt="" width="156" height="188" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-4-249x300.png 249w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-4-414x500.png 414w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-4-768x927.png 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-4.png 1061w" sizes="(max-width: 156px) 100vw, 156px" /></p>
<h4>Dali a pouco escutei:</h4>
<h4>– Rebeca, você não viu?</h4>
<h4>Era meu pai falando. Voltei rapidinho e peguei o jacaré-toalha do chão. Quem eu não tinha visto era meu pai, isso sim.</h4>
<h4>Fui aprendendo a lição, não deixava mais nada jogado no chão. Até na escola, quando minha amiga derrubava o lápis, eu pegava.</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-22831 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-7-245x300.png" alt="" width="117" height="143" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-7-245x300.png 245w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-7-408x500.png 408w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-7-768x942.png 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-7.png 1044w" sizes="(max-width: 117px) 100vw, 117px" /></p>
<h4>Hoje cheguei, fui direto para o quarto. Na escola, o Theo ficou me provocando. Que menino chato! Contei até dez várias vezes. No recreio jogamos bastante bola, estava cansada.</h4>
<h4>Minha mãe chamou para almoçar. Quando passei na sala havia uma bolinha preta, de meia, no chão, vê se pode! Quem deixa uma meia na sala? Quase que peguei, mas estava com fome e passei reto. Sentei à mesa e lembrei as regras de meu pai. Pensei melhor, não custava nada pegar a meia, né?</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-22830 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-8-300x169.png" alt="" width="195" height="110" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-8-300x169.png 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-8-889x500.png 889w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-8-768x432.png 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-8.png 1280w" sizes="(max-width: 195px) 100vw, 195px" /></p>
<h4>Voltei à sala e&#8230; Acreditem! A bolinha não estava mais no chão. Que bom! Acho que meus irmãos pegaram.</h4>
<h4>De repente ouvi minha irmã gritar:</h4>
<h4>– Um rato! Mãe, mãe, corre aqui!</h4>
<h4>Que susto! Ai, que medo! Não era uma bolinha de meia, era um rato, credo!</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-22835 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-3-297x300.png" alt="" width="131" height="132" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-3-297x300.png 297w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-3-495x500.png 495w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-3-150x150.png 150w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-3-768x775.png 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-3-300x300.png 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-3.png 1268w" sizes="(max-width: 131px) 100vw, 131px" /></p>
<h4>Saí correndo para o quintal, enquanto minha mãe espantava o rato. Depois contei para ela que tinha visto uma bolinha no chão e que não peguei na hora porque estava com fome, mas ia voltar para pegar.</h4>
<h4>Minha mãe ficou preocupada.</h4>
<h4>– Como assim, você enxergou uma bola, Beca?</h4>
<h4>Ela me fez um montão de perguntas e me falou que fui protegida pelo meu anjo da guarda. Achou melhor me levar no médico de olhos, para fazer um exame.</h4>
<h4>À noite rezei para o meu anjo, agradeci por me proteger.</h4>
<h4>Você acha que continuei a pegar as coisas do chão?</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-22833 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-5-300x150.png" alt="" width="202" height="101" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-5-300x150.png 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-5-1000x500.png 1000w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-5-768x384.png 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2023/09/Pego-ou-nao-pego-5.png 1280w" sizes="(max-width: 202px) 100vw, 202px" /></p>
<h4>Claro que sim! Agora consigo ver melhor, ganhei uns lindos óculos! Sigo as regras da minha família, só que olho muito bem o que está no chão antes de pegar, para ter certeza de que não é um rato.</h4>
<h4>E se você precisar usar óculos, <strong>use</strong>, é muito bom! Escolha aquele que te deixa feliz, tem de vários tipos: colorido, redondo, quadrado etc&#8230;</h4>
<h4>Agora que enxergo melhor vou ensinar minha mãe a usar o celular.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: right;">Silvia Maria dos Santos Amâncio Ribeiro</h4>
<h4 style="text-align: right;">C.E. Luz do Caminho – CELUCA</h4>
<h4 style="text-align: right;">Regional Vale do Paraíba</h4><p>The post <a href="https://alianca.org.br/site/2023/09/15/pego-ou-nao-pego/">Pego ou não pego?</a> first appeared on <a href="https://alianca.org.br/site">Aliança Espírita Evangélica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Menino Daniel</title>
		<link>https://alianca.org.br/site/2021/09/18/menino-daniel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=menino-daniel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filomena Lopes (Evangelização Infantil)]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Sep 2021 12:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AEE]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelizaçao Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[otimismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, em nossa coluna Momento Literário, uma história para ser contada às crianças&#8230; e porque não, aos pais, também! MENINO DANIEL Hoje vou contar pra vocês a história do menino Daniel. Sim, eu sei&#8230; Há muitos meninos chamados “Daniel”. Mas esse Daniel, <br /><a href="https://alianca.org.br/site/2021/09/18/menino-daniel/" class="more-link btn btn-primary">Ler o Artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 18px;">Hoje, em nossa coluna Momento Literário, uma história para ser contada às crianças&#8230; e porque não, aos pais, também!</span></p>
<h1 style="text-align: center;">MENINO DANIEL</h1>
<p><span style="font-size: 18px;">Hoje vou contar pra vocês a história do menino Daniel. Sim, eu sei&#8230; Há muitos meninos chamados “Daniel”. Mas esse Daniel, em especial, estava deixando sua mamãe bastante preocupada porque ele reclamava de TUDO!!!</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Se tinha lição da escola pra fazer, se tinha prova, se não era possível brincar, se não tinha carne no almoço&#8230; Sempre tinha motivo para alguma reclamação.</span></p>
<p><a href="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13653" src="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-1.jpg" alt="" width="3507" height="2482" /></a></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Um certo dia de muito frio, o menino Daniel levantou muito contrariado, reclamando de ter que tomar banho no frio, de ter que sair de casa no frio, de ter que estudar no frio. Dizia ele: frio para quê? Sua mãe tentava acalmá-lo:</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Daniel, meu filho&#8230; De que adianta tanta reclamação? Afinal, se eu dissesse para você ficar em casa, o que você faria?</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Muito melhor ficar em casa nesse frio, mamãe. Ficaria embaixo do meu cobertor, assistindo aos meus desenhos preferidos! E ainda pediria para você fazer pipoca e chocolate quente&#8230; Hummm, que delícia!</span></p>
<p><a href="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13654" src="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-2.jpg" alt="" width="3507" height="2482" /></a></p>
<p><span style="font-size: 18px;">A mamãe de Daniel fez, então, outra pergunta a ele:</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– E se em lugar de ficar em casa, eu te levasse para chupar sorvete? Você iria adorar, não é? Você ama sorvete!</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Mamãe, claro que não, né?! Sorvete nesse frio??? Eu gosto de sorvete no calor!</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Diante da resposta do menino, a mãe sentou-se bem pertinho dele, passou o braço em volta do seu pescoço e disse:</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Então, meu filho! Preste bem atenção&#8230; Nada é totalmente ruim! No frio, pode não ser muito legal ir para a escola, sair de casa, mas é maravilhoso para tomar um chocolate quente&#8230; E o calor já não é uma estação em que queremos um chocolate quente, mas em compensação ir para a praia, chupar um picolé bem gostoso, é maravilhoso, não é mesmo?</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">O menino Daniel só balançou a cabeça concordando com a mãe e continuou prestando atenção.</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Quando a gente reclama demais, não vemos o que tem de bom no que acontece com a gente. Você reclama de ir para a escola, mas muitos garotos da sua idade passam por dificuldades e não podem ir&#8230; Você reclama do almoço, algumas vezes, mas você sabia que muitos passam dias sem comer quase nada? E olha&#8230; eu me lembrei de uma história acontecida com Jesus. Você quer ouvir?</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Quero, mamãe – disse o menino Daniel.</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Conta-se que Jesus e seus apóstolos caminhavam, certo dia, por uma estrada e acabaram encontrando um cachorrinho que já estava morto há vários dias. Por conta disso, seu corpo já estava se decompondo e tinha um cheiro bem forte e ruim. Os apóstolos, sentindo aquele cheiro, afastaram-se. Jesus fez o contrário: aproximou-se do cachorrinho, abaixou-se junto dele, e olhando-o bem de perto, falou: “Que belos dentes ele tinha!”</span></p>
<p><a href="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13655" src="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-3.jpg" alt="" width="3507" height="2511" /></a></p>
<p><span style="font-size: 18px;">A mamãe fez uma pausa e perguntou ao Daniel:</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Você conseguiu entender o que essa historinha tem a ver com o que estamos conversando, meu filho?</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Eu acho que sim, mamãe&#8230; Muitos perceberam o que havia de ruim no cachorrinho, mas Jesus, no meio de tudo isso, ainda achou algo bom que havia nele: os dentes!</span></p>
<p><a href="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13656" src="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-4.jpg" alt="" width="3507" height="2482" /></a></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Isso mesmo, meu menino! A partir de agora, eu quero que você sempre se lembre dessa história de Jesus quando tiver vontade de reclamar de alguma coisa. E eu quero ainda fazer mais um pedido para você. Vamos fazer um acordo! Se em algum momento você reclamar de alguma coisa, vendo algo ruim, para cada coisa ruim que você perceber, deverá encontrar alguma coisa boa também. Combinado?</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Mas, mamãe! E se eu não conseguir?</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">– Meu filho, se você não conseguir, pede para Jesus ajudar você a enxergar&#8230; E eu também estarei sempre aqui para ouvir e fazer com que enxergue de outra forma.</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Dizendo isso, a mamãe abraçou Daniel com muito carinho. A partir daquele dia, o menino nunca mais esqueceu da história de Jesus e sempre que tinha vontade de reclamar de alguma coisa, acabava pensando mais antes de falar.</span></p>
<p><a href="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-5.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-13657" src="https://alianca.org.br/wp-content/uploads/2021/09/MENINO-DANIEL-5.jpg" alt="" width="3507" height="2492" /></a></p>
<p><span style="font-size: 18px;">De alguma forma, todos nós acabamos sendo igual ao menino Daniel: reclamamos muito! E se reclamamos demais, ficamos mal-humorados, de cara fechada, insatisfeitos&#8230; E aí tudo parece chato! Por isso é que precisamos fazer como a mamãe do Daniel ensinou, ou seja, tentar olhar para aquilo que reclamamos e enxergar algo de bom. Afinal, nada nessa vida é completamente ruim, basta a gente se esforçar para ver algo proveitoso.</span></p>
<p><span style="font-size: 18px;">Quando isso acontece, sorrimos mais do que choramos e nos divertimos mais do que emburramos&#8230; Tem tanta coisa legal para fazer, por que gastar tempo ficando de mal com a vida? Se a gente não conseguir ver coisa boa, vamos orar para Jesus que Ele nos ouvirá, iluminará nossos olhos e nosso coração para dar mais importância ao que acontece de bom com cada um de nós.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: 18px;">Marcus Paulo Rios Fávero</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: 18px;">Casa Alvorada Cristã / Cosmópolis</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: 18px;">Regional Campinas</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-size: 18px;">Ilustrações: Marcelino Tristan Vargas</span></p><p>The post <a href="https://alianca.org.br/site/2021/09/18/menino-daniel/">Menino Daniel</a> first appeared on <a href="https://alianca.org.br/site">Aliança Espírita Evangélica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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