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	<title>Escuta ativa - Aliança Espírita Evangélica</title>
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	<title>Escuta ativa - Aliança Espírita Evangélica</title>
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		<title>Família e saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filomena Lopes (Evangelização Infantil)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 13:33:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FAMÍLIA E SAÚDE MENTAL Saúde mental muitas vezes parece algo distante, como se só existisse quando há diagnóstico ou crise. No cotidiano do lar, porém, ela se revela nos detalhes: no tom da voz, na palavra escolhida, no tempo dedicado a ouvir. <br /><a href="https://alianca.org.br/site/2025/09/05/familia-e-saude-mental/" class="more-link btn btn-primary">Ler o Artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>FAMÍLIA E SAÚDE MENTAL</strong></h2>
<p>Saúde mental muitas vezes parece algo distante, como se só existisse quando há diagnóstico ou crise. No cotidiano do lar, porém, ela se revela nos detalhes: no tom da voz, na palavra escolhida, no tempo dedicado a ouvir. Uma mãe que cria os filhos sozinha pode, após um dia exaustivo, recolher-se ao silêncio e, sem perceber, fazer a criança sentir-se só. Um adolescente que recebe críticas frequentes do pai, ainda que em tom de brincadeira, ergue defesas que corroem a confiança e a espontaneidade. Esses exemplos mostram que a linguagem do lar pode cuidar ou ferir.</p>
<p>A forma de falar molda o clima emocional. Quando um filho escuta repetidamente “você nunca ajuda” ou “você sempre esquece”, torna-se difícil notar o esforço que ele até faz, mesmo que imperfeito. A mensagem rígida favorece frustração e alimenta a ideia de incapacidade. No extremo oposto, quando um adulto evita conversar por achar que não vale a pena, instala-se um silêncio punitivo que pesa mais do que uma discussão clara. Sem diálogo simples e sincero, sentimentos de rejeição, inadequação e abandono se acumulam e a saúde mental começa a se fragilizar.</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-29507 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_1-300x199.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_1-391x260.jpg 391w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_1.jpg 566w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Famílias fora do padrão considerado ideal costumam sentir isso com mais força. Uma mãe solo que sustenta a casa, estuda com os filhos e administra cada conta, às vezes, eleva o tom pela tensão acumulada. A criança pode interpretar como falta de afeto e não enxergar a sobrecarga. Este retrato nos lembra que saúde mental não é tema distante, mas parte essencial do dia a dia, principalmente quando o tempo é curto e o cansaço é grande.</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_2.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-29508 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_2-300x200.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_2-391x260.jpg 391w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_2.jpg 567w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Cuidar da saúde mental em família não exige perfeição. Pede escolhas conscientes: palavras que constroem, pedidos de desculpa quando necessários e escuta verdadeira. Pede ainda pequenos rituais de diálogo para equilibrar a rotina. Reservar dez minutos antes de dormir para perguntar como cada um está pode virar hábito transformador. Atitudes simples funcionam como higiene emocional do lar. Situações complexas raramente nascem grandes; geralmente crescem a partir do que passa despercebido.</p>
<p><strong>“Vivei em paz uns com os outros” (Paulo, I Tessalonicenses 5:13) </strong>é lembrança oportuna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há um cuidado que fortalece tudo isso e vai além das relações humanas. Quando a família vive apenas sob pressões de contas, desempenho escolar e comparações, fica presa a cenários transitórios que desgastam. Introduzir uma breve oração, a leitura de uma página edificante ou a prática do Evangelho no Lar cria outra atmosfera. Não resolve tudo, mas recorda que a vida não se resume ao urgente e oferece sustentação íntima para atravessar desafios.</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_4.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-29510 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_4-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_4-300x200.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_4-391x260.jpg 391w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/09/Familia-e-saude-mental_4.jpg 567w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Promover a saúde mental em família resulta de escolhas simples e constantes. Se o lar é o lugar onde cada pessoa deveria sentir-se protegida, vale cuidar do que dizemos e do que alimentamos interiormente para favorecer o equilíbrio de todos.</p>
<p><strong>Como você tem contribuído para sua saúde mental e para a saúde mental de quem convive com você?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Adriana Cruz<br />
Evangelização | Sala da Família |<br />
Centro Espírita André Luiz (Taubaté)</p>
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			</item>
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		<title>É preciso paz para sorrir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filomena Lopes (Evangelização Infantil)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 02:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evangelizaçao Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Avós]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana apresentamos uma história fictícia, mas que pode ser o roteiro da realidade de algumas famílias. &#160; É preciso paz para sorrir Trancado em seu quarto, Pedro estava perdido em seus pensamentos. Sentiu um calafrio no corpo, sentiu medo e se <br /><a href="https://alianca.org.br/site/2025/07/24/e-preciso-paz-para-sorrir/" class="more-link btn btn-primary">Ler o Artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana apresentamos uma história fictícia, mas que pode ser o roteiro da realidade de algumas famílias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">É preciso paz para sorrir</h2>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29381 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_1-300x200.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_1-600x400.jpg 600w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_1-768x512.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_1-391x260.jpg 391w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Trancado em seu quarto, Pedro estava perdido em seus pensamentos. Sentiu um calafrio no corpo, sentiu medo e se encolheu em sua cama.</p>
<p>Lembrou-se de sua mãe e de seus conselhos. Pensou também em sua irmã, Paty, que há alguns dias lhe perguntava:</p>
<p>– Pepe, o que está acontecendo com você?</p>
<p>Ele sempre abaixava a cabeça, não tinha coragem de olhar em seus olhos e respondia:</p>
<p>– Nada, Paty, está tudo bem.</p>
<p>Patrícia, que ele chamava carinhosamente de Paty, insistia sempre e o enchia de perguntas.</p>
<p>– Como assim, Pedro? Você anda tão quieto, não brinca mais como antes. Olha seu vídeo game, seu skate! Há quanto tempo você não sai para brincar com seus amigos? Parece que está sempre triste. Quando quiser falar, estou aqui, irmãozinho. – disse ela, preocupada.</p>
<p>– Estou normal, Paty – respondeu Pedro.</p>
<p>Patrícia não se conteve.</p>
<p>– Então sorria, irmão!</p>
<p>Agarrou Pedro e começou a fazer cócegas em sua barriga.</p>
<p>– Sorria Pepe!</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_6.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-29386 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_6-300x150.png" alt="" width="138" height="69" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_6-300x150.png 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_6-800x400.png 800w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_6-768x384.png 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_6.png 1280w" sizes="(max-width: 138px) 100vw, 138px" /></a></p>
<p>E dando gargalhadas, Pedro sentiu o carinho da irmã e, por um momento, se entregou à brincadeira, rindo com ela.</p>
<p>Na cama, Pedro abaixou a cabeça. Por um minuto quis gritar e sair correndo, mas como? Não podia! Passava das 23 horas, já era para estar dormindo e, pior, amanhã era dia de prova na escola.</p>
<p>Puxou o cobertor, cobrindo a cabeça. Chorou baixinho em seu travesseiro, até adormecer.</p>
<p>Acordou assustado, com sua mãe batendo na porta.</p>
<p>– Levanta, filho, vai perder a hora! Se arrume logo, hora de ir para a escola!</p>
<p>Pedro estremeceu. Hora de ir para a escola, hora da tortura! Ainda bem que era sexta-feira – pensou ele.</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-29385 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_3-300x169.jpg" alt="" width="227" height="128" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_3-300x169.jpg 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_3-711x400.jpg 711w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_3-768x432.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_3.jpg 1280w" sizes="(max-width: 227px) 100vw, 227px" /></a></p>
<p>O dia passou rápido para alguns, menos para Pedro, que teve que aguentar as gozações dos colegas, os apelidos desagradáveis, os empurrões, os tapas e as ameaças.</p>
<p>Assim que a van escolar parou no prédio, Pedro saiu correndo e foi para seu quarto. Ufa! Agora sim, teria uma folga! Sábado era dia de ficar com sua avó.</p>
<p>Pedro estava ansioso e nem conseguiu dormir direito. Quando ouviu os passos de sua mãe, saiu correndo do quarto, com mochila nas costas, preparado para o passeio.</p>
<p>Sua mãe o deixou no rancho e foi trabalhar. Ele abraçou sua avó, tão forte, tão demorado, que ela percebeu que havia algo diferente com ele.</p>
<p>Sábado, no final do dia, sua avó se sentava na varanda e ficava ouvindo seus discos de modas de viola. Pedro adorava este momento. Às vezes o disco arranhava e ficava repetindo a mesma frase. Ele deitava a cabeça no colo de sua avó. Além da música era hora do cafuné.</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-29382 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_2-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_2-200x300.jpg 200w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_2-267x400.jpg 267w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_2-768x1152.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_2.jpg 853w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a></p>
<p>Vó Maria foi fazendo carinho enquanto começou a tocar sua música preferida: Tocando em frente. Dona Maria começou a cantar. Pepe ouvia e sentia a felicidade da avó. Quando ouviu ela cantar: “é preciso paz para poder sorrir”, uma lágrima escorreu de seus olhos. Não conseguiu se segurar e chorou. Paz era o que ele queria.</p>
<p>Vovó Maria se preocupou e com jeitinho, começou a conversar. Pedro sentiu-se seguro, acolhido e desabafou. Contou tudo o que sofria na escola, falou das agressões e ameaças, das tantas vezes que tentou conversar com seus pais e eles não o ouviam. Só queriam saber das notas boas e o comparavam à irmã. Diziam que o colégio era bom, que ele iria se acostumar e que sua única obrigação era estudar. Quanto sofrimento havia naquelas palavras!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_4.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-29387 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_4-300x174.png" alt="" width="326" height="189" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_4-300x174.png 300w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_4-691x400.png 691w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_4-768x445.png 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_4.png 905w" sizes="(max-width: 326px) 100vw, 326px" /></a></p>
<p>Num abraço demorado, vó Maria se perguntou o porquê de tanta dor e como os pais não perceberam.</p>
<p>– Vovó, o que tem de errado comigo? Por que me tratam assim? – Pedro perguntou.</p>
<p>– Não há nada de errado com você, meu querido! Não é sua culpa se os meninos são grosseiros. Sinto muito que tenha passado por isso, estou aqui com você. Vamos resolver isso juntos, esta história acabou.</p>
<p>Acabou&#8230; que alívio! Ele aconchegou-se junto a sua avó e, como se fosse um disco arranhado, Pedro ouviu ecoar em seus ouvidos a frase:</p>
<p><a href="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_5.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-29383 aligncenter" src="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_5-232x300.jpg" alt="" width="164" height="212" srcset="https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_5-232x300.jpg 232w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_5-309x400.jpg 309w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_5-768x994.jpg 768w, https://alianca.org.br/site/wp-content/uploads/2025/07/Paz-para-sorrir_5.jpg 989w" sizes="(max-width: 164px) 100vw, 164px" /></a></p>
<p>– É preciso paz para poder sorrir&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Silvia Maria dos Santos Amâncio Ribeiro</p>
<p style="text-align: right;">C.E. Luz do Caminho – CELUCA</p>
<p style="text-align: right;">Regional Vale do Paraíba</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E você, leitora, leitor, o que sentiu ao ler esta história? Como imagina que ela possa continuar? Deixe seus comentários, vamos adorar recebê-los.</p><p>The post <a href="https://alianca.org.br/site/2025/07/24/e-preciso-paz-para-sorrir/">É preciso paz para sorrir</a> first appeared on <a href="https://alianca.org.br/site">Aliança Espírita Evangélica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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